19 novembro 2009

Novidades

Ola Pessoas!!!!

Esse mês tá sendo corrido!!

Dia 07, causei na Av. Paulista!!!

Junto com o GasMask novamente, e suas máscaras maravilhosas...levamos Cypher e Lolla, num sol de 30graus, embaixo de roupas de vinil,corpetes e máscaras de gás.

Segue abaixo algumas fotos e o resto podem ver no site: www.lefetiche.com.br na página de ENSAIOS.
Fora isso no próprio dia 07, tambem teve a festa do Projeto Luxúria, não aprontei muito dessa vez, fiquei na minha, sofrendo sozinho com a nova aquisição q fiz...rs
Uma sandalia, salto 12...rs...não sei como as mulheres conseguem ficar a noite inteira com sandalia...e ainda aguentar cantadas dos caras..rsrsrs

Tá aí uma fotinhu da nova aquisição...rs...
Obs.: SIM, sou eu que estou usando, são meus pés...rs...(doloridos)rs
E uma ultima novidade...segue abaixo um video feito junto com Gasmask, numa cena de Asfixia, com máscaras de gás.
Até a próxima!

Asfixia Scene By Le Fetiche Produções & Gasmask from Le Fetiche Produções on Vimeo.

18 novembro 2009

Materia Fetichista na Marie Claire

Ola Pessoas.....

Ainda volto hj pra postar sobre um ensaio fetichista que fiz na Av. Paulista....rs
Paramos a Paulista, foi ótimo...

Mas esse é um post rápido só pra colocar a matéria feita sobre o Projeto Luxúria que saiu na Marie Claire de Novembro.

Segue abaixo:

Ps.: Todas as fotos estão na revista e são de autoria de Thiago Marzano.


O império do fetiche

Se você tem fantasias sexuais, digamos, um pouco diferentes, há um lugar onde pode abrir suas asas e soltar as feras sem medo. O Projeto Luxúria, festa mensal que acontece em São Paulo, reúne fetichistas de todos os matizes. Há regras: o sexo em si não é permitido. Mas a diversão é garantida

Por Sérgio Crusco

Ana* queria ter um dono. aos 20 anos, quando começou a desconfiar de que seu desejo se realizaria numa relação em que dor e dominação estivessem presentes, começou a fuçar sites especializados em sadomasoquismo na internet. Buscava conversar com pessoas iniciadas no assunto em chats e tentou fazer com que dois namorados se transformassem em mestres dominadores. Não deu certo. Um não se excitava com aquilo, o outro tinha medo. “Ele morria de dó de mim, dizia que não queria me machucar”, diz Ana, uma moça bonita de 30 anos, cerca de 1,70 m, cabelos alourados e tatuagens nos braços.

Ela queria um dono viril e mandão, que aplicasse palmadas e a subjugasse psicologicamente. Foi o que encontrou na primeira noite em que pôs os pés no Projeto Luxúria: uma balada fetichista que reúne mensalmente gente de todos os sexos e taras variadas, as que estalam e deixam marcas ou as que levam a prazeres mais amenos. Ficou sabendo da festa por uma reportagem, tomou a devida coragem e apareceu por lá sozinha. “Imaginei um lugar escuro, sombrio, e o que vi foi uma balada parecida com as outras que costumava frequentar”, conta Ana. Ainda tímida, conversou com a hostess, foi apresentada a Heitor Werneck — estilista, criador e mestre de cerimônias do Luxúria —, revelou a razão que a levava à festa e ouviu dele: “Conheço o mestre que você procura”. Antes que Heitor pudesse fazer as honras da casa, a caminho do banheiro Ana encontrou por conta própria o rapaz: bonito, moreno, musculoso, tatuado, sem camisa e de cabeça raspada. Ele empunhava uma palmatória — instrumento de dominação cujo poder ela ainda desconhecia.

O papo foi breve e objetivo: “Posso conversar com você?”, ele perguntou. “Sou submissa”, ela informou. “Fechou”, concluiu ele rapidamente. “Posso te pagar uma bebida?”. Ana, que não é de beber, escolheu um suco de uva no bar. Estavam abertas as portas do mundo de delícias que ela tanto desejava provar.

“Eu venho aqui para gozar, no sentido mais amplo da palavra”
Nefertiti

Estatutos de conduta
“sou uma libertina, durante a noite você vai me ver beijando muita gente, meninos e meninas”, diz Vampira, 32 anos, pele alva, cabelos negros à Chanel, vestido preto decotado e colar de pérolas de várias voltas. O acessório não impede que ela tenha o pescoço “atacado” por admiradores, nem seu nickname no mundo do fetiche é capaz de causar arrepios. É uma moça de voz doce, bonita e eloquente, que simpaticamente me descortina os mistérios do Projeto Luxúria.

O evento acontece no primeiro sábado de cada mês, no Audio Delicatessen, pequeno clube paulistano de dois andares dedicado ao som de vanguarda, do rock à eletrônica — e à luxúria. Há algumas regras para participar da festa, e a primeira diz respeito ao visual. O dresscode (código de vestimenta) é fortemente incentivado — roupas de couro, de látex, fardas, uniformes, espartilhos, corsets, visuais burlesco, gótico ou crossdresser (homem vestido de mulher e vice-versa) e até a opção formal. Para quem, como eu, não tem acessórios fetichistas no armário, um smoking retrô ou um terno alinhado está valendo. É assim que me apresentei, de braço dado com uma amiga que escolheu o estilo prosti-punk (expressão que acabou de nascer, na falta de algo melhor para definir seu visual colante todo trabalhado no preto).

“É um espaço para as pessoas liberarem os seus fetiches e fantasias, mas não é festa a fantasia”, afirma Heitor Werneck. Ninguém é barrado por causa da roupa, mas quem aparece por lá de jeans e camiseta paga um ingresso bem mais caro — e a hostess tem total autoridade para decidir quem está produzido adequadamente. “Eu gosto do visual, mas não curto essa coisa de apanhar nem de ser amarrada. Nada contra, venho aqui com meu namorado para dançar, beber uns drinques e curtir a noite. O som é ótimo e as pessoas são loucas e divertidas”, diz uma garota de 23 anos, de espartilho e cinta-liga, que prefere não se identificar. “Minha mãe assina a Marie Claire!”, pondera, às gargalhadas.

Outra lei importante: não é permitido fazer sexo. Beijos, amassos, chicotadas, amarrações, suspensões, pingos de vela em áreas mais ou menos sensíveis, degustação de tequila no corpo nu de garotas e garotos — tudo isso é liberado. Penetração ou sexo oral, proibidos. Percebe-se um movimento “suspeito” no banheiro, claro, mas os festeiros mais sabidos não ultrapassam a barreira do orgasmo. “É um mico ser pego pelo segurança”, diz Vampira. “Uma única vez tivemos de pedir para alguém se retirar. Foi um cara que bebeu além da conta e extrapolou, queria agarrar as garotas sem sua permissão”, conta Heitor.

Quem conhece minimamente as normas SM de conduta sabe que suas relações são baseadas no consenso. Mestre e escravo têm uma conversa prévia e estabelecem limites. Se uma escrava não permite cócegas na planta do pé ou perfurações no corpo com agulhas cirúrgicas, seu mestre não avançará o sinal. Ana, por exemplo, tem um código similar ao do semáforo para sinalizar seu dono: a palavra “amarelo” quer dizer “atenção, vá com calma, a coisa começa a beirar o insuportável”; “vermelho” significa “para tudo já”. O Projeto Luxúria, embora não seja uma festa dentro dos padrões tradicionais do SM, segue a cartilha consensual à risca: se quiser atravessar a faixa com quem quer que seja, tenha certeza de contar com sua permissão. Não é não.

Velas, cordas e chicotadas
A noção de consenso também se estende aos repórteres que se infiltram no Luxúria. Procuro saber quem é o rapaz mascarado e musculoso de look andrógino — corselet negro, botas femininas de salto agulha — que circula por lá e incita as moças a lhe pisotearem ou aplicarem chicotadas. Ele prefere não dar qualquer declaração. Minha amiga é paquerada por ele, mas essa não é exatamente sua noção de diversão: “Tira essa máscara e podemos começar a conversar”. Não há acordo em ambas as negociações.

Enquanto a amiga se entrosa com um casal sem máscara, que propõe algo a três, percebo que a abordagem jornalística é menos complicada (e proveitosa) com Nefertiti, dominadora top da festa, especializada em shibari (arte japonesa de amarração que não se utiliza de nós, apenas da pressão das cordas, ao contrário do bondage). Enquanto as mãos ágeis de Nefertiti amarram uma garota em uma grade estrategicamente colocada no salão de baixo, batemos um papo. “Venho aqui para gozar, no sentido mais amplo da palavra. Aqui extravaso, brinco, coloco as fantasias para fora, saio 500 quilos mais leve”, diz ela, que mantém um casamento heterossexual mas tem trânsito livre com as mulheres.

A garota amarrada é uma submissa iniciante, confiada a Nefertiti por seu mestre. “Fiquei tranquila, porque todos dizem que ela é supercuidadosa. Caiu minha pressão e ela teve de parar, mas adorei a primeira experiência”, diz a moça, depois da sessão, sob o olhar satisfeito do mestre. “Há uma preocupação estética no shibari, de simetria, não é só sair amarrando”, explica Nefertiti, iniciada pelo marido há dez anos nas práticas SM. Há gente na fila para desfrutar de suas habilidades. “Se eu amarrar todo mundo que me pede, não saio mais daqui”, ela ri.

À nossa volta, o conceito de amplitude orgástica da dominadora vai sendo provado na prática: um rapaz bebe espumante no sapato de salto alto da sua dona, um senhor vestido de mulher é levado na coleira por sua mulher, uma garota com roupa de látex é suspensa por cordas por seu mestre. Pele, mamilos e línguas recebem pingos de cera quente. Um dono faz seu escravo de animal, obrigando-o a beber água numa cuia de cachorro. O anônimo de máscara e salto alto é pisoteado por três moças. A brincadeira de beber tequila sobre o corpo de um menino, em cima do balcão, começará em instantes.

“Aqui sou voyeur, solto minhas fantasias só entre quatro paredes”
Switcher

Switcher, um rapaz moreno de 35 anos, heterossexual, está lá só para olhar. “Venho ao Luxúria como voyeur, prefiro soltar minhas fantasias entre quatro paredes. Já me expus em outros clubes e tive problemas. Infelizmente, há muita fofoca no meio SM. Mas aqui é um bom lugar para ver amigos, conhecer novas pessoas e praticar a libertinagem que a sociedade não costuma permitir”, diz ele, cujo codinome denomina o praticante que gosta de trocar de posições — ora dominar, ora ser dominado. A principal razão que faz Switcher escolher o Luxúria como seu point fetichista em São Paulo é a ausência de regras tão severas. “Há lugares onde a liturgia SM é tomada muito radicalmente, há papéis estabelecidos e estereótipos dos quais você não pode fugir. Se é uma adoradora de pés, terá de se comportar sempre dessa forma. Isso é uma chatice”, diz Vampira. Ela exercita na vida cotidiana seu pouco caso por papéis definidos: vive com uma mulher, mas prefere os rapazes na hora de realizar seu lado submisso. “Minha tara é o estupro consensual, ser amarrada, vendada e levada para um lugar que não sei qual é. Para isso, a força masculina é essencial. No Luxúria, quero mesmo é beijar, passar a mão, dançar e me divertir. Saio daqui tão exausta que nem quero sexo. Vou direto para a cama!”

Em pouco tempo, tenho uma amostra grátis da intransigência aventada por Vampira e Switcher. Já estava me sentindo chique e diferente dentro do meu terno — tendo recebido alguns elogios justamente por parecer chique e diferente numa festa onde o bumbum de fora é algo natural —, quando uma mocinha punk vem com essa: “Que roupa é essa, cara?! Você precisa se soltar. Qual é teu fetiche, meu?”. Digo a ela que meu fetiche é esse mesmo, andar bem alinhado. Pago a língua da insolência logo adiante, ao ser convidado a lamber as costas lambuzadas com calda de chocolate de um garoto. Não perco a pose e vou em frente — gosto de chocolate, afinal. Só me penalizo em pensar na conta da lavanderia. Ouço um “não tem problema, calda de chocolate não mancha”, e uma mão amiga me estende guardanapos de papel.

E o fervo continua. O rapaz que Vampira beijava há pouco é agora dominado por Nefertiti, e novas situações acontecem de maneira vertiginosa — há que ter olhos na nuca para conseguir captar tudo. Heitor é o grande incentivador das cenas no Luxúria. Enquanto pisa em seu escravo, amordaça uma garota dark com as mãos. No momento seguinte, aplica chicotadas em mais um submisso. O som dos estalos mistura-se às batidas musicais que vêm do andar de cima, onde a escatológica película Saló, de Pier Paolo Pasolini, é exibida em um telão. A pista bomba. Ana dança com seu mestre. Abordo-o com um assunto urgente: ele me daria permissão para conversar com sua escrava? Ou melhor, permitiria que sua escrava falasse comigo?

“Apanhei bastante, ele montou em mim, me fez de ponygirl”
Ana

A história de Ana
“Há quatro homens aqui com quem posso falar”, diz Ana. “Três são gays e o outro é um hétero que vem com a mulher.” Sou o quinto da lista, devidamente autorizado, e ouço a história de Ana. Ela conta que, na sua primeira noite de Luxúria, depois do suco de uva, rolou um longo papo sobre preferências e limites (a relação consensual já sendo estabelecida). Lá pelas tantas, foi com seu dono recém-descoberto para um sofá. Ele não pediu um beijo, como é comum um rapaz educado fazer nas baladas. Também não foi pegando geral. Ordenou que fosse beijado.

Ana sentiu o peso de uma boa palmada — aquela que esperava — na saída da festa, quando o mestre improvisou uma coleira com seu próprio cinto, em sinal de posse, pedindo que ela tirasse a calcinha enquanto rumavam ao motel. “Não houve sexo nessa primeira cena”, ela conta. “Mas apanhei bastante, ele montou em mim, me fez de ponygirl e perguntou como eu me sentia. Eu me sentia no meu lugar.”

Nos dias que se seguiram, além de se imaginar no lugar que acreditava ser seu, Ana teve outras sensações: “Fiquei leve, é uma experiência libertadora. Tem gente estressada que sai para beber uma cerveja depois do trabalho e relaxa, tem quem goste de drogas. A minha maneira de ficar bem é essa. Fico com o corpo dois dias doendo depois de uma cena e penso no meu dono, que é muito lindo”.

Ela não sabe quase nada sobre seu dono — onde mora, trabalha ou o que faz nas horas vagas. Nos primeiros cinco meses, esperava que ele ligasse, “até conquistar o direito de ter seu telefone”. Mesmo assim, não o chama pelo celular e conversa com ele ocasionalmente por MSN, quando tem permissão. “Eu não sabia nem seu nome verdadeiro, até que descobri. Fui repreendida por isso e não posso dizer que não tenha gostado do castigo. Mas aprendi a não me meter na sua vida, isso ficou claro. Não sou nada dele e só viro sua propriedade quando ele assim decide.”

Ana também quer ter um namorado. E sabe que não realizará esse desejo conflitante com seu mestre. Sonha com o príncipe encantado que, além de amá-la, venha com a palmatória. Mas admite que, caso aconteça uma paixão de verdade por outro homem, seja capaz de trocar o sexo SM por uma relação baunilha (termo que designa o relacionamento sem jogos de dor ou dominação). Seria difícil levar uma vida dupla: “Meu dono não se importa que eu namore outros caras, até acha estranho que eu não namore. Mas seria difícil outro cara aceitar as marcas roxas que ele me deixa no corpo”.

20 outubro 2009

Para quem não foi......

Ola Pessoas!!!!

Em primeiro lugar quero agradecer demaaaaaais a TODAS as pessoas que apareceram e aprontaram lá no stand da Le Fetiche Produções nessa 15ª edição da Erotika Fair.

Quero agradecer tambem ao Thiago Marzano pela parceria no stand.

Esta semana estamos colocando no site da Le Fetiche Produções todas as fotos e videos que foram feitos nessa edição, o site tambem foi reformulado para uma navegação mais rápida e iremos fazer um sorteio de um DVD com TODO o material que temos da Erotika Fair (aguardem mais informações sobre o sorteio aqui no blog)

Fora as fotos e videos da Erotika Fair, tambem está sendo inserido no site um video e fotos de um ensaio que fizemos com Gasmask e Cypher.
Uma cena de asfixia feita num cenário que tenho certeza que os fetichistas de plantão irão adorar.

Abaixo segue algumas fotos da 15ª Erotika Fair e logo depois algumas do ensaio com o Gasmask.

23 setembro 2009

15ª Erotika Fair

Ola Pessoas!!!!

Me lembro como se fosse ontem, que no ano passado, na 13ª Erotika fair, quando trabalhei no stand do Libens, sai de lá, com uma única certeza!

De que no ano seguinte eu iria voltar ali, com um stand meu!

Se passou exatamente um ano e SIM, estarei com um stand na 15ª Erotika Fair!!!!

Nós da Le Fetiche Produções em parceria com o Thiago Marzano, estaremos com um stand fetichista, onde alem de cenas, ensaios fotográficos e novidades da nossa produtora, tambem teremos uma super novidade. Estaremos transmitindo quase em tempo real, TUDO o que rolar no pavilhão pago da Erotika Hot.
É isso ai, se voce ainda está em duvida se entra na parte paga ou não, é só passar no nosso stand que teremos uma transmissão dos shows, brincadeiras e atrações que estarão rolando no outro pavilhão.

Para quem nunca viu um ensaio fotográfico, sensual ou fetichista, terá a oportunidade de ver a poucos metros todos os detalhes dos cliques do Thiago Marzano.

Outra novidade é que estará rolando no canal da Playboy e nas programações da Sexy Hot, uma propaganda de divulgação da 15ª Erotika Fair. Um video curto de 30 seg. onde nós da Le Fetiche Produções que criamos,editamos e filmamos.

Masssss como estamos aqui para causar mesmo, segue abaixo, em primeira mão, antes de ir pro ar, a propaganda de divulgação da 15ª Erotika Fair.

Estarei colocando novidades aqui assim que possivel, e para os que quiserem nos conhecer pessoalmente, é só passar na erotika nos dias 09,10,11 e 12 de Outubro.

Até
E obrigado a todos aqueles que acreditam em mim, na produtora e nas idéias malucas desse meu mundinho insano...


video

29 agosto 2009

Religião e Sexo

Ola Pessoas!!!

Essa noticia já é velha, mas como muita gente não sabe ainda e como achei um "link interessante" e engraçado de se ler...vou compartilhar aqui com voces.

Todos sabem que tenho uma "quedinha" por fotos que chocam as pessoas, principalmente quando se mistura o assunto religião e sexo. Não sei por que, mas não acredito na "pureza santificada" ou no "celibato", não acho que padres, freiras, etc, não tem suas vontades sexuais. Eles são humanos, ficar excitado é uma ação biológica, não tem como se enganar o corpo. Ou por acaso os padres são os únicos homens da face da terra que NUNCA acordaram com uma ereção matinal, NUNCA tiveram tesão, NUNCA se masturbaram?!?!?!

Desde 2008 esta no ar o site SEXCHURCH que nada mais é do que "um grupo gerado para trazer consciência, abertura, responsabilidade e recuperação para a igreja, a sociedade e os indivíduos que tenham problemas com a pornografia"

Até aí, um ótimo programa...acho que toda ajuda a pessoas com problemas com pornografia é valida, até por que são alguns desses "problemáticos" que caem na pedofilia.

Masssssss
Trazer consciência é uma coisa, tentar fazer a cabeça das pessoas é outra.

Entrei no site e até gostei da iniciativa deles....um site bem atraente, jovem, com imagens bonitas e descoladas...masss um link especifico me chamou a atenção.

O link tinha o título: Não Espanque o Palhaço

Um link sobre masturbação, segue alguns trechos:

- "A masturbação é também totalmente egocêntrica. Uma das características do egocentrismo é a auto-indulgência. Paulo descreve o modo de vida de quem é controlado por Satanás, dizendo: “Todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos” (Ef 2:3)."

- "Finalmente, a masturbação pode nos levar à escravidão..."


- "Perigos da masturbação: Causa tristeza..."


- "Medidas contra a masturbação: Admitir que é um erro espiritual, um erro moral e físico..."


- "Todas as vezes que você se masturbar, confesse e peça a Deus que lhe ajude!"


- "Se você não aprendeu ou ainda não se masturbou, não procure aprender, ou não se masturbe, pois você só tem a ganhar com isto. "


Não acho que esse link seja "trazer consciência" a uma pessoa com "problemas"...

Uma das coisas mais prazerosas do mundo é se masturbar, conhecer o próprio corpo, se excitar e gozar com algo que esteja vendo ou pensando.
" Masturbação causa tristeza"???? alguem ai fica triste enquanto se masturba ou quando goza???

Não acho o site Sexchurch um erro, muito pelo contrario, acho muito válida a ideia de ajudar e informar as pessoas, até por que eles possuem links de acesso diretamente a padres que tem problemas com pornografia....mas fala sério...que link é esse???

Eu teria que me confessar a Deus no mínimo uma vez por dia, e nos fins de semana que estou em casa sozinho então....affff....vou chamar um padre pra ficar aqui do meu lado....ou melhor uma Freira...hehehehe

Ah, e uma coisa que tambem me chamou muuuuito a atenção, foi o local de onde fica a igreja onde tem a maioria dos voluntários da Sexchurch.

RUA AUGUSTA, 768 ( acho que é ali do lado do café babilonia..se não me engano..rs)

Bom, lá no começo eu disse que tinha uma "quedinha" por fotos que chocam as pessoas, principalmente quando se mistura o assunto religião e sexo. Isso já foi constatado nesse post:

Fotos Polêmicas

Mas como esse é meu blog de fetiches, eu não posso encerrar um post sem fotos fetichistas né..rs....
Então segue mais algumas relacionadas a sexo e religião...rs
(Será que vou pro Céu quando eu morrer??)...hummm, só se for OPEN BAR